Comissões fazem audiência conjunta para debater fontes alternativas de energia

Vanderlei Tacchio/ Divulgação Eletrosul
Parque de produção de energia eólica

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços realiza nesta quarta-feira (16), com a participação da Comissão de Minas e Energia, uma audiência pública sobre a importância de fontes alternativas de energia.

O debate foi proposto pelo deputado Otto Alencar Filho (PSD-BA). Ele lembra que, apesar de não gerar gases, a energia hidrelétrica causa grande impacto ambiental quando da construção das usinas. Por isso, diz, o país vem buscando alternativas e cabe ao Congresso acompanhar essas mudanças. “Em 2020, a entrada em operação de gerações baseadas em energia eólica representou 34,9% do total de capacidade acrescida ao sistema, enquanto as fontes solares responderam por 16% do acréscimo”, aponta.

Foram convidados:
– secretária-executiva do Ministério de Minas e Energia, Marisete Pereira;
– diretor do Departamento de Tecnologias Aplicadas da Secretaria de Empreendedorismo e Inovação (Sempi) do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Eduardo Soriano;
– presidente da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), Rui Altieri;
– coordenador do Programa de Energia do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Clauber Barão Leite; e
– o diretor-presidente da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica (Apine), Guilherme Jorge Velho.

O evento será realizado no plenário 5, às 16 horas, e terá transmissão interativa pelo e-Democracia.

 

 

Vanderlei Tacchio/ Divulgação Eletrosul Parque de produção de energia eólica

A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços realiza nesta quarta-feira (16), com a participação da Comissão de Minas e Energia, uma audiência pública sobre a importância de fontes alternativas de energia.

O debate foi proposto pelo deputado Otto Alencar Filho (PSD-BA). Ele lembra que, apesar de não gerar gases, a energia hidrelétrica causa grande impacto ambiental quando da construção das usinas. Por isso, diz, o país vem buscando alternativas e cabe ao Congresso acompanhar essas mudanças. “Em 2020, a entrada em operação de gerações baseadas em energia eólica representou 34,9% do total de capacidade acrescida ao sistema, enquanto as fontes solares responderam por 16% do acréscimo”, aponta.

Foram convidados:
– secretária-executiva do Ministério de Minas e Energia, Marisete Pereira;
– diretor do Departamento de Tecnologias Aplicadas da Secretaria de Empreendedorismo e Inovação (Sempi) do Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Eduardo Soriano;
– presidente da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), Rui Altieri;
– coordenador do Programa de Energia do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), Clauber Barão Leite; e
– o diretor-presidente da Associação Brasileira dos Produtores Independentes de Energia Elétrica (Apine), Guilherme Jorge Velho.

O evento será realizado no plenário 5, às 16 horas, e terá transmissão interativa pelo e-Democracia.

 

 

Da Redação – AC

56ª Legislatura – 3ª Sessão Legislativa Ordinária

Fonte: Agência Câmara Notícias