Projeto destina recursos para ações de educação ambiental no ensino básico

Billy Boss/Câmara dos Deputados
Tabata Amaral: “Escola deve construir hábitos condizentes com a conservação dos recursos naturais”

O Projeto de Lei 59/22 cria, dentro do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), uma nova modalidade para promover ações de educação e sustentabilidade socioambiental. O texto tramita na Câmara dos Deputados.

O PDDE garante apoio financeiro a escolas públicas do ensino básico – infantil, fundamental e médio – para melhorias na infraestrutura física e pedagógica, e elevação dos índices de desempenho e gestão. São beneficiadas escolas estaduais, municipais e do Distrito Federal e escolas privadas de educação especial mantidas por entidades sem fins lucrativos.

De acordo com a proposta, o poder público destinará ao PDDE Sustentável 20% dos recursos do PDDE não vinculados a programas e ações específicas, como o PDDE Qualidade Educação Conectada ou PDDE Qualidade Mais Alfabetização.

A assistência financeira independe de convênio, contrato ou outro instrumento similar e será repassada diretamente à unidade escolar ou ao ente mantenedor (estado, Distrito Federal ou município). O volume de recursos terá como base o número de alunos matriculados segundo dados do censo escolar.

Autora do projeto, a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) explica que, como estava previsto apenas em uma resolução do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o PDDE Sustentável teve os recursos reduzidos e, finalmente, extintos em 2014, segundo dados do Ministério da Educação. Ela sugere que o programa seja retomado e definido, de maneira permanente, em lei.

“É de grande relevância para o futuro de todos nós que a escola volte a ser esse espaço de aprendizagem, de conscientização e de construção de hábitos mais condizentes com a conservação dos recursos naturais, a independência energética e o desenvolvimento de matrizes de energia mais limpa e melhor distribuídas no território”, defende a autora.

Tramitação
O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

02/03/2022 – 18:55  

Billy Boss/Câmara dos Deputados Tabata Amaral: “Escola deve construir hábitos condizentes com a conservação dos recursos naturais”

O Projeto de Lei 59/22 cria, dentro do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), uma nova modalidade para promover ações de educação e sustentabilidade socioambiental. O texto tramita na Câmara dos Deputados.

O PDDE garante apoio financeiro a escolas públicas do ensino básico – infantil, fundamental e médio – para melhorias na infraestrutura física e pedagógica, e elevação dos índices de desempenho e gestão. São beneficiadas escolas estaduais, municipais e do Distrito Federal e escolas privadas de educação especial mantidas por entidades sem fins lucrativos.

De acordo com a proposta, o poder público destinará ao PDDE Sustentável 20% dos recursos do PDDE não vinculados a programas e ações específicas, como o PDDE Qualidade Educação Conectada ou PDDE Qualidade Mais Alfabetização.

A assistência financeira independe de convênio, contrato ou outro instrumento similar e será repassada diretamente à unidade escolar ou ao ente mantenedor (estado, Distrito Federal ou município). O volume de recursos terá como base o número de alunos matriculados segundo dados do censo escolar.

Autora do projeto, a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) explica que, como estava previsto apenas em uma resolução do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), o PDDE Sustentável teve os recursos reduzidos e, finalmente, extintos em 2014, segundo dados do Ministério da Educação. Ela sugere que o programa seja retomado e definido, de maneira permanente, em lei.

“É de grande relevância para o futuro de todos nós que a escola volte a ser esse espaço de aprendizagem, de conscientização e de construção de hábitos mais condizentes com a conservação dos recursos naturais, a independência energética e o desenvolvimento de matrizes de energia mais limpa e melhor distribuídas no território”, defende a autora.

Tramitação
O projeto será analisado, em caráter conclusivo , pelas comissões de Educação; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza

Edição – Rachel Librelon

56ª Legislatura – 3ª Sessão Legislativa Ordinária

Fonte: Agência Câmara Notícias